O primeiro semestre da faculdade fora péssimo para
Melissa. Exageradamente tímida, mal conseguiu se enturmar com seus colegas de
classe. E, em breve, começaria tudo novamente. Mas ela gostava das aulas, e
mesmo sendo ignorada pelos outros alunos, poderia se focar nas aulas, e
esquecer-se dos problemas. Os homens sempre foram um problema para
ela, sua timidez e baixa autoestima não permitiam flertar com eles, e sua
aparência não atraia a atenção. Sentia-se gorda e feia. E, ainda que tentasse
negar, repetindo para si, “não preciso de ninguém, estou melhor sozinha”, queria
e necessitava ser desejada.
O primeiro dia de aula do segundo
semestre não parecia prometer nada de mais. As duas primeiras aulas seriam de
filosofia e, depois do intervalo, aulas de Teoria Geral da Administração.
Ela chegou à sala, sentou-se na primeira fileira, perto da mesa do professor,
como de costume, e abriu um livro para ler enquanto esperava o início da
aula. Ninguém viera falar com ela, mas sabia que, antes das provas,
seriam todos legais, em troca das suas anotações. Pensava sempre em negar-lhes,
mas na hora, nunca conseguia, e sentia-se ainda pior por ser tão idiota.
O professor chegou atrasado.
Quando passou pela porta, os não mais de vinte alunos, estavam conversando e
sequer repararam sua entrada. Mas Melissa o viu, e assim que pôs os olhos nele,
seu coração disparou. Não desviara os olhos. O professor parou na frente dela,
e ela temeu estar babando ao notar que ele a vira o encarando. Quase um
metro e noventa de altura, moreno, olhos azul, barba por fazer, braços e tórax,
atléticos. Que Deus grego, pensou Melissa. Notou que estava olhando para
o volume anormal nas calças do professor, e ficou ainda mais ruborizada, com
medo que alguém tivesse percebido sua indiscrição.
− Excelente livro – disse-lhe o
Professor.
Meu Deus, ele falou comigo... Oh,
será que falou comigo? – pensou ela, olhando para trás para se certificar
que era com ela mesma.
− É – respondeu Melissa. “É”?
Sua idiota, isso é a coisa mais inteligente que consegue responder. Burra.
Burra. Burra – Pensou Melissa.
− O Mundo de Sofia, não é? –
perguntou o professor – Continue assim, e não terá dificuldade alguma para
passar nesta matéria – Virou e chamou a atenção da turma. Explicou que
substituiria o professor de filosofia por quarenta dias naquele semestre.
A voz rouca, calma e sensual do
professor, queimou-lhe as entranhas. Calor que subia até seu rosto fazendo-a
suar. Sairia correndo dali se não fosse tão constrangedor.
Não demorou a que todas as
garotas da faculdade começassem a flertar e se insinuar para ele, que sempre
era muito profissional. As aulas do professor Gerard, eram as mais frequentadas
pelo público feminino, ainda que suas colegas de classe não gostassem da
matéria. Isso era uma vantagem para Melissa, que conseguia conversar com o
professor, sem parecer patética e fútil. Mesmo que perdesse em beleza, sentia
que o professor gostava mais dela do que das outras garotas. Às vezes, até
conversavam no intervalo. As outras garotas, as mais bonitas, invejavam-na. E
ela apreciou isso.
Os quarenta dias passaram rápido.
Mais rápido do que Melissa desejava. Com a volta do antigo professor, seus dias
de garota popular estariam terminados. Pensou em matar aula naquela segunda-feira,
mas mesmo contrariada, foi. Se não assistisse à aula, ao menos iria à
biblioteca procurar algum livro novo.
Caminhava cabisbaixa e
desanimada, quando trombou com uma parede, caindo no chão – ao menos lhe
pareceu uma parede, pois sequer se moveu com a força de seu esbarrão.
− Veja se não é minha aluna mais
distraída – Disse Gerard ajudando-a a se levantar.
− Professor! – Disse Melissa
abrindo um sorriso que iluminou seu rosto.
Sentiu-se boba.
− Bom, não sou mais seu professor
– respondeu ele.
− É. Uma pena – disse ela
desviando o olhar.
− Bom, amanhã eu irei para a
França, fazer um intercâmbio, passei aqui para me despedir de você.
− França? De mim? – perguntou ela
surpresa e confusa.
− Sim, sentirei falta das nossas
conversas – respondeu ele – Poderíamos ir para algum lugar conversar. Você não
precisa assistir à aula de filosofia hoje, já conversei com seu
professor.
O coração dela disparou. Suas
mãos começaram a tremer e suar. Meus Deus! Ele me convidou para sair –
pensou ela – o que eu faço? O que eu faço? Não seja estúpida, garota, ele foi
seu professor. É só uma conversa, nada mais.
− Então, você quer? – perguntou
novamente o professor.
− Hã? – respondeu Melissa.
− Sair comigo, tomar uma cerveja
ou algo assim para conversamos?
− Sim, quero – respondeu ela
tentando parecer casual.
− Tem problema se formos à minha
casa? – perguntou Gerard - Tenho que arrumar algumas coisas, ainda, para viajar
amanhã.
As pernas de Melissa pareciam
feitas de manteiga. Começaram a tremer descontroladamente. Mal se lembrava de
como respirar. Imagina quando essas vadias de boutique souberam que vou à
casa do professor Gerard. Respirou fundo.
− Problema algum, professor –
Sorriu.
Gerard morava em um pequeno
apartamento no centro da cidade. O lugar estava bem organizado, e havia algumas
malas aparentemente prontas no centro da sala.
− Sinta-se a vontade Melissa, vou
buscar algo para bebermos – disse-lhe o professor.
Enquanto ele fora na cozinha
Melissa resolveu olhar a estante de livros dele. Ficou admirada com a
quantidade de livros.
− Se quiser algum emprestado pode
pegar.
Melissa sorriu. Estava nervosa.
Gerard lhe ofereceu uma taça de vinho e sentaram-se no sofá. Ela estremeceu de
ficar perto dele, mas na terceira taça ela já estava mais solta, conversavam e
riam. Gerard falava de suas expectativas para a viagem e pousou a mão na coxa
de Melissa. Ao contrário do nervosismo habitual, o simples toque dele, deixou-a
excitada. Sem pensar pôs a taça no chão e deu-lhe um beijo na boca.
− Ai meu Deus – Melissa recuou
levando as mãos à boca, não acreditava no que fizera – Desculpe professor, não
deveria ter feito isso – Levantou-se do sofá.
− Não há pelo que se preocupar,
Mel – Segurou-a pelos ombros com suas enormes mãos, fazendo Melissa se sentir
uma garotinha perto dele.
Beijou-a.
Isso está acontecendo de verdade,
pensou
Melissa.
Com seus braços fortes e suas
mãos firmes, puxou-a colando seu corpo no dela. Segurou-a pela cintura enquanto
a outra deslizara por seu vestido lilás até parar na bunda de Melissa. Ela
sentiu o volume dentro da calça de Gerard aumentar. Sim, está acontecendo de
verdade, pensou ela. Gerard segurou os cabelos de Melissa puxando com
firmeza sua cabeça para trás, deixando exposto o decote dela. Beijou seu
pescoço fazendo-a se arrepiar. Desceu até os seios e com a boca despiu um
deles, mordeu levemente. Melissa ofegava de excitação, e levou a mão ao pau de
Gerard. Estava duro como um mastro, e o tamanho a impressionou. Precisava
vê-lo. Livrou-se dos braços dele e se ajoelhou à sua frente, abriu a
calça e tirou o pau dele. Era maior do que pensava.
− Tudo em você é tão grande,
professor – Melissa comentou enquanto acariciava o pênis dele com ambas as
mãos.
Gerard segurou-a pelos cabelos e
empurrou seu pau em direção à boca de Melissa. Ela se deliciou chupando ele.
Nunca sentira tanto tesão em fazer um boquete. Chupava-o com prazer e
vontade. Queria fazê-lo gozar em sua boca, sentir o gosto de sua porra. Mas
antes que chegasse ao êxtase, ele fê-la parar. Melissa se levantou, e ele
arrancou seu vestido, deixando-a apenas de calcinha. Os seios de Melissa nas
mãos dele pareciam pequenos limões. Melissa foi levantada por ele e entrelaçou
suas pernas na cintura de Gerard. Podia sentir o pau dele latejando sob a sua
boceta. Foram para o quarto aos beijos, derrubando tudo ao caminho deles.
Se eu estiver sonhando, por
favor, que eu não acorde agora, pensava Melissa maravilhada pela
excitação do momento. Ele a jogou na cama, ela queria mais que tudo na vida que
Gerard a penetrasse, enfiasse seu pau nela até gozar, até ela chegar às
nuvens. Ele se despiu, e Melissa mordeu os lábios ao ver seus músculos,
seu tórax, seu abdome, cada parte de seu corpo com músculos bem definidos.
Qualquer um que não o conhecesse poderia imaginá-lo como um atleta, nunca um
professor de filosofia. Gerard tirou a calcinha de Melissa, e virou-a de costas
na cama, deixando-a de quatro, com sua boceta lisa e rosada completamente
exposta para ele.
Com as mãos segurando o quadril
de Melissa, Gerard lambeu a boceta dela, primeiro com leveza, depois a chupando
com mais força. A cada chupão Melissa estremecia. A barda por fazer pinicava,
deixando-a ainda mais excitada. Melissa gemia sem pudor. Ofegante. Ele molhou
um dedo na boceta dela e enfiou no cu, estimulando sua região anal enquanto
ainda a chupava. Ela agarrou-se ao travesseiro, mordeu-o, e não resistiu,
gozou. Todo seu corpo se contraiu. Gerard parou, e deitou-se ao lado dela.
− Isso foi divino – disse
Melissa. Começou a acariciar e brincar com o pau, ainda duro, de Gerard – Não
acredito que estou aqui, com o professor Gerard, o deus grego desejado por
todas as garotas da faculdade!
Ele respondeu com um beijo.
Melissa masturbou Gerard enquanto
recuperava um pouco das forças tomadas pelo orgasmo. Quando estava pronta, com
suas energias recuperadas, chupou o pau dele, Melissa poderia ficar ali,
aproveitando a noite inteira com ele em sua boca. Parou e montou em Gerard,
guiou o pau dele para dentro de sua boceta. Era grande e grosso demais, demorou
um pouco para conseguir. Pensou que seria rasgada ao meio quando penetrada. Mas
foi bom. Sentia-se completamente preenchida, e a dor era agradável,
intensificava o prazer. Movia-se para cima e para baixo deslizando sobre o pau
de Gerard, aproveitando cada centímetro. Ele segurou-a pelo quadril e
fê-la acelerar o ritmo, cada vez mais rápido, estocando seu pau com força na
boceta de Melissa, ela gemia descontroladamente. Ela gozou uma, duas, três
vezes. E não parava, o sexo ficava cada vez mais intenso, cada vez melhor. Gerard
apertou-a com mais força, indicando que estava chegando ao êxtase.
Melissa saiu de cima dele, abocanhou seu pau, e fez com que ele gozasse
em sua boca. Estava nas nuvens. O melhor dia da sua vida.
Estavam deitados em silêncio.
Melissa aninhada na proteção dos braços de Gerard. Era quase meia noite.
− Professor, por que eu? –
perguntou Melissa – Com tantas mulheres mais bonitas, por que você me escolheu?
− A inteligência é um afrodisíaco
poderoso, Mel – Gerard respondeu com sua voz firme e rouca.
Melissa sorriu. Então, dormiram.

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